24/04/12

Coreia do Norte prepara novo teste nuclear, diz fonte chinesa


A Coreia do Norte está próxima de completar os preparativos para um terceiro teste nuclear, que deve ser realizado em breve, de acordo com uma fonte chinesa próxima do governo Pyongyang. As informações foram divulgadas pelaAgência Reuters, nesta terça-feira.
A mesma fonte, segundo a agência, antecipou o primeiro teste nuclear feito pela Coreia do Norte, em 2006, alguns dias antes da realização.
Recentemente, o Ministério de Relações Exteriores do país asiático disse que o acordo firmado com os EUA em fevereiro para suspender testes nucleares e permitir a entrada de inspetores da ONU no país "não está mais valendo".
Além do teste de 2006, que gerou sanções internacionais, o governo norte-coreano também desafiou a comunidade internacional em 2009, quando lançou mísseis e ameaçou as nações vizinhas.
As relações do governo de Pyongyang com a vizinha Coreia do Sul vivem período de alta tensão. Na última segunda-feira, o exército norte-coreano divulgou comunicado em que prometeu "ações especiais" que "reduzirão a cinza em menos de quatro minutos o governo conservador da Coreia do Sul e seus meios de comunicação".

07/04/12

Tensão: Japão mobiliza destróieres antes de lançamento norte-coreano


Três destróieres japoneses zarparam neste sábado de diferentes bases japonesas rumo a Okinawa. Foto: AP
Três destróieres japoneses zarparam neste sábado de diferentes bases japonesas rumo a OkinawaFoto: AP

Três destróieres japoneses zarparam neste sábado de diferentes bases japonesas rumo a Okinawa (sul), onde permanecerão em alerta perante o lançamento, na próxima semana, de um satélite norte-coreano que sobrevoará a região. Um destróier um americano também seguiu os japoneses.
As quatro embarcações são equipadas com sistemas de intercepção de mísseis Aegis. O desdobramento ocorre pelo fato de a Coreia do Norte ter anunciado que planeja lançar o satélite Kwangmyongsong 3 mediante um projétil de longo alcance entre os dias 12 e 16 de abril, e depois de o Ministério da Defesa japonês ter ordenado às Forças Armadas do país que o destruam se ameaçar cair sobre seu território.
As Forças de Autodefesa também instalaram mísseis terra-ar Patriot Advanced Capability-3 nas ilhas de Miyako e Ishigaki, que devem ser sobrevoadas pelo foguete, e nas localidades de Naha e Nanjo, na ilha principal de Okinawa, além de terem transferido cerca de 800 soldados a estes quatro pontos.
O Japão também desdobrou o mesmo sistema de mísseis terra-ar nas bases de Ichigaya, Narashino e Asaka, na área de Tóquio. O Executivo japonês acredita que a possibilidade de fragmentos do foguete caírem sobre o arquipélago é pequena, mas mesmo assim decidiu manter-se em alerta nas datas previstas para o lançamento.
O Japão e outros países, como Estados Unidos e Coreia do Sul, condenaram os planos de Pyongyang por considerar que na realidade encobrem o teste de um míssil balístico, o que suporia a violação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.
Por outro lado, a Coreia do Norte diz que o lançamento tem fins científicos, e por isso convidou analistas e jornalistas estrangeiros a presenciarem o teste para que verifiquem sua natureza pacífica.

03/04/12

Mais da metade dos londrinos pretende deixar a cidade durante os Jogos Olímpicos.


Cerca de 4 milhões londrinos, o que é mais de metade da população da cidade planejam, deixar a capital durante o tempo da conclusão dos Jogos Olímpicos de 2012, de acordo com uma investigação das empresas de turismo no Reino Unido.
As causas deste "êxodo" são distintas de evitar as multidões, atraídos pelo evento principal esportivo do ano para a animosidade para com esportes em geral. Segundo o representante de uma das agências que encomendou a pesquisa,  "querem ficar longe destes e outros problemas relacionados com os Jogos como possível, mesmo indo para o Vietnã."
Os autores do estudo dizem que a atitude dos britânicos para Jogos Olimpicos. foi influenciada, entre outros aspectos, a informação de que as forças de segurança estão desenvolvendo vários planos para lidar com quase 150 ameaças que podem representar um perigo para o evento. Quase um terço deles são potenciais ataques terroristas.Outros riscos incluem ataques cibernéticos, danos, acidentes vasculares cerebrais energia e alterações graves no trabalho de transporte, surtos de doenças infecciosas, etc. 
Especialistas esperam que a chegada na capital britânica mais de 5 milhões de visitantes estrangeiros, segundo eles, "irá aumentar significativamente o risco de uma epidemia de gripe."
http://laverdad-esta-oculta.blogspot.com.br

30/03/12

Dados de 10 milhões de cartões de crédito Visa e Mastercard são roubados nos EUA


Ambas as operadoras estão alertando bancos, e disseram estar investigando o assunto; empresas afirmam que suas redes não foram invadidas.

Crackers podem ter obtido mais de 10 milhões de números de cartão de crédito após a violação da rede de uma empresa que processa pagamentos nos EUA. A informação foi divulgada hoje pelo blog especializado em segurança de Brian Krebs.
O nome da empresa processadora de pagamentos não foi divulgado, mas, segundo Krebs, Visa e MasterCard começaram a alertar bancos em todo o país. A invasão teria acontecido entre 21 de janeiro e 25 de fevereiro.
A MasterCard confirmou estar investigando o assunto.
De acordo com a empresa, "estamos investigando um potencial comprometimento dos dados de uma empresa norte-americana e, como resultado, temos alertado sobre certas contas MasterCard que estão potencialmente em risco". Segundo a companhia, "é importante ressaltar que os sistemas próprios da MasterCard não foram comprometidos."
A Visa também divulgou comunicado em que afirma estar ciente do roubo de dados, que chamou de "incidente afetando uma empresa terceirizada, que envolve todas as grandes marcas de cartão de crédito". Segundo a Visa, os sistemas próprios não foram invadidos, incluindo os da VisaNet, que faz os processamentos.

27/03/12

Pesquisador diz ter encontrado chip extraterrestre no crânio de Napoleão

Em um caricaturesco caso, mas nem por isso descartável, no qual misturam ficção científica com a análise histórica, um pesquisador francês propõe que Napoleão Bonaparte, o insistente e hábil imperador francês, pode ter sido abduzido por extraterrestres. O Dr. Andre Dubois e sua equipe de pesquisadores descobriram um dispositivo, que rompe completamente com o contexto histórico, aderido ao crânio do célebre imperador: um microchip de tecnologia super avançada. 

- "Os possíveis envolvimentos desta descoberta são desproporcionais para serem compreendidas", declarou Dubois depois de compartilhar sua descoberta no Diário de Medicina da França.

Tudo começou quando Dubois e sua equipe solicitaram ao governo francês a possibilidade de exumar e analisar os restos ósseos de Napoleão, ao qual o governo francês aceitou em troca de 140 mil dólares. O objetivo da pesquisa era descobrir se Bonaparte tinha sofrido algum tipo de desordem pituitáriadeterminasse sua baixa estatura.

Mas para além de sua discreta missão, o que Dubois clama ter encontrado ultrapassa os limites do crível:

- "Ao examinar o interior do crânio minha mão entrou em contato com uma pequena protuberância. Depois de observar com uma lupa me surpreendi ao comprovar que o objeto correspondia a um microchip super avançado".

A partir do achado, seja "real" ou uma sofisticada alucinação, Dubois começou a pesquisar a profundidade da vida de Napoleão e detectou o período no qual pode ter sido sequestrado por extraterrestres:

- "Napoleão desapareceu durante um período de vários dias em julho de 1794, quando tinha 25 anos. Depois explicou que foi aprisionado na revolta Termidoriana, mas não existe nenhum registro que confirme sua explicação. Eu acho que foi nestes dias quando aconteceu a abdução".


Posteriormente, e seguindo as extravagantes conjecturas de Dubois, poderíamos pensar que este provável episódio na vida de Napoleão eventualmente o guiaria, auspiciado por tecnologias e informação insólitas nesses tempos, a se converter em um dos mais poderosos imperadores de seu tempo. 
E conquanto existam altas probabilidades de que esta história seja uma grande patacoada de um cientista muito ocioso, também existem dois pontos importantes a considerar: 
nada é tão extravagante para ser descartado ipso facto. Se assim procedêssemos, seguramente a ciência estaria secularmente atrasada e, por outro lado, a dourada interrogação: tudo o que conhecemos não é praticamente uma alucinação catalogada como realidade ao ser introduzida a uma matriz de convenções psicossociais? 

Fonte: Examiner e Metamorfose Digitalhttp://planetinforma.blogspot.com.br

25/03/12

Fidel Castro: Os caminhos que conduzem ao desastre



Esta Reflexão poderá ser escrita hoje, amanhã ou qualquer outro dia sem risco de equívoco. Nossa espécie se defronta com problemas novos.

Quando expressei há 20 anos, na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro, que uma espécie estava em perigo de extinção, tinha menos razões do que hoje para advertir sobre um perigo que via talvez à distância de 100 anos.

Então uns poucos líderes dos países mais poderosos dirigiam o mundo. Aplaudiram por mera cortesia minhas palavras e continuaram placidamente cavando a sepultura de nossa espécie.

Parecia que em nosso planeta reinava o senso comum e a ordem. Há tempos que o desenvolvimento econômico apoiado pela tecnologia e a ciência parecia ser o Alfa e o Ômega da sociedade humana.

Agora tudo está muito mais claro. Verdades profundas foram abrindo caminho. Quase 200 Estados, supostamente independentes, constituem a organização política à qual teoricamente corresponde a tarefa de reger os destinos do mundo.

Cerca de 25 mil armas nucleares em mãos de forças aliadas ou antagônicas dispostas a defender a ordem em mutação, por interesse ou por necessidade, reduzem virtualmente a zero os direitos de bilhões de pessoas.

Não cometerei a ingenuidade de atribuir à Rússia ou à China a responsabilidade pelo desenvolvimento desse tipo de armas, depois da monstruosa matança de Hiroshima e Nagasaki, ordenada por Truman, após a morte de Roosevelt.

Tampouco cairia no erro de negar o holocausto que significou a morte de milhões de crianças e adultos, homens e mulheres, principalmente judeus, ciganos, russos e de outras nacionalidades, que foram vítimas do nazismo. Por isso, repugna a política infame dos que negam ao povo palestino seu direito a existir.

Alguém pensa por acaso que os Estados Unidos serão capazes de atuar com a independência que o preserve do desastre inevitável que os espera?

Em poucas semanas os US$ 40 milhões que o presidente Obama prometeu arrecadar para sua campanha eleitoral só servirão para demonstrar que a moeda de seu país está muito desvalorizada e que os Estados Unidos, con sua insólita e crescente dívida pública que se aproxima dos US$ 20 trilhões, vive do dinheiro que imprime e não do que produz. O resto do mundo paga o que eles dilapidam.

Ninguém crê tampouco que o candidato democrata seja melhor ou pior que seus adversários republicanos: chame-se Mitt Romney ou Rick Santorum. Anos-luz separam os três de personagens tão relevantes como Abraham Lincoln ou Martin Luther King. É realmente inusitado observar uma nação tão poderosa tecnologicamente e um governo ao mesmo tempo tão órfão de ideias e valores morais.

O Irã não possui armas nucleares. Acusa-se o país de produzir urânio enriquecido que serve como combustível energético ou componente de uso médico. Queira-se ou não, sua posse ou produção não é equivalente à produção de armas nucleares. Dezenas de países utilizam o urânio enriquecido como fonte de energia, mas este não pode ser empregado na confecção de uma arma nuclear sem um processo prévio e complexo de purificação.

Contudo, Israel, que com a ajuda e a cooperação dos Estados Unidos fabricou o armamento nuclear sem informar nem prestar contas a ninguém, até hoje sem reconhecer a posse destas armas, dispõe de centenas delas. Para impedir o desenvolvimento das pesquisas em países árabes vizinhos, atacou e destruiu os reatores do Iraque e da Síria. E declarou o propósito de atacar e destruir os centros de produção de combustível nuclear do Irã.

Em torno desse crucial tema tem girado a política internacional nessa complexa e perigosa região do mundo, onde se produz e fornece a maior parte do combustível que move a economia mundial.

A eliminação seletiva dos cientistas mais eminentes do Irã, por parte de Israel e de seus aliados da Otan, se converteu em uma prática que estimula os ódios e os sentimentos de vingança.

O governo de Israel declarou abertamente seu propósito de atacar a usina produtora de urânio enriquecido no Irã, e o governo dos Estados Unidos investiu centenas de milhões de dólares na fabricação de uma bomba com esse propósito.

Em 16 de março de 2012 Michel Chossudovsky e Finian Cunningham publicaram um artigo revelando que “um importante general da Força Aérea dos EUA descreveu a maior bomba convencional – a antibunkers de 13,6 toneladas – como ‘grandiosa’ para um ataque militar contra o Irã”.

“Um comentário tão loquaz sobre um artefato assassino em massa teve lugar na mesma semana na qual o presidente Barack Obama se apresentou para advertir contra a ‘fala leviana’ sobre uma guerra no Golfo Pérsico.”

“…Herbert Carlisle, vice-chefe do Estado Maior para operações da Força Aérea dos EUA. [...] agregou que provavelmente a bomba seria utilizada em qualquer ataque contra o Irã ordenado por Washington.”

“O MOP, ao qual também se referem como ‘a mãe de todas as bombas’, está projetado para perfurar através de 60 metros de concreto antes de detonar sua bomba. Acredita-se que é a maior arma convencional, não nuclear, no arsenal estadunidense.”

“O Pentágono planifica um processo de ampla destruição da infraestrutura do Irã e massivas vítimas civis mediante o uso combinado de bombas nucleares táticas e monstruosas bombas convencionais com nuvens em forma de cogumelo, incluídas a MOAB e a maior GBU-57A/B ou Massive Ordenance Penetrator (MOP), que excede a MOAB em capacidade de destruição.”

“A MOP é descrita como ‘uma poderosa nova bomba que aponta diretamente para as instalações nucleares subterrâneas do Irã e Coreia do Norte. A imensa bomba – maior do que que 11 pessoas colocadas ombro a ombro, ou mais de 6 metros desde a base até a ponta.”

Peço ao leitor que me desculpe por esta complicada linguagem do jargão militar.

Como se pode verificar, tais cálculos partem do pressuposto de que os combatentes iranianos, que totalizam milhões de homens e mulheres conhecidos por seu fervor religioso e suas tradições de luta, se renderão sem disparar um só tiro.

Em dias recentes os iranianos viram como os soldados dos Estados Unidos que ocupam o Afeganistão, em apenas três semanas, urinaram sobre os cadáveres de afegãos assassinados, queimaram os livros do Corão e assassinaram mais de 15 cidadãos indefesos.

Imaginemos as forças dos Estados Unidos lançando monstruosas bombas sobre instituições industriais capazes de penetrar 60 metros de concreto. Jamais semelhante aventura tinha sido concebida.

Não é preciso uma palavra mais para compreender a gravidade de semelhante política. Por esse caminho nossa espécie será conduzida inexoravelmente para o desastre. Se não aprendemos a compreender, não aprenderemos jamais a sobreviver.

De minha parte, não abrigo a menor dúvida de que os Estados Unidos estão a ponto de cometer e conduzir o mundo ao maior erro de sua história.

Fidel Castro Ruz
21 de março de 2012, 19h35

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