26/01/2012

Como o Brasil está se preparando para uma invasão dos EUA na Amazônia


Nada melhor que começar o ano a tentar jogar um jogo de adivinhar: qual foi o episódio mais lamentável ecologicamente em 2011? Em nossa opinião, foi o fato de que o ex-ministra Marina Silva deixou o Partido Verde (Partido Verde), algo que vai reacender a disputa travada há décadas ou mesmo séculos pela soberania na Amazônia.

Os urubus eterna do Hemisfério Norte, mais uma vez aproveitar esta oportunidade para regressar a esse rigmarole velho que será mais fácil chamar a região um patrimônio da humanidade, que deve ser administrada por um poder internacional, que reinaria sobre os governos da Amazônia países.

Agora e depois, o New York Times editoriais funcionam como uma espécie de corneta capaz de chamar alistar tropas de assalto várias.

Vinte anos atrás, tivemos um aumento a blitz institucionalizada por governos dos países ricos em Al Gore, nos Estados Unidos, para quem o Brasil não possuía a floresta, a François Mitterrand da França, Gonzalez Felipe de Espanha, Gorbachev Mickhail do Soviete União, Margaret Thatcher e John Major, da Inglaterra, entre outros.

Durante sua primeira campanha presidencial, George W. Bush chegou a sugerir que os países com grandes dívidas externas devem ser capazes de pagá-las com florestas, algo equivalente a perdoar os países do Norte de África e do Oriente Médio, que só desertos.

Naqueles dias, a campanha beirava os limites entre o ridículo eo hilariante, uma vez que, a fim de convencer as crianças e jovens, preparando-os para se juntar as forças invasoras, mesmo Batman, Superman, Mulher Maravilha e outros cretinos no traje, tomando as suas aventuras para o Amazônia, onde se tornaram defensores da pele vermelha índios e super loira cientistas, lutando contra policiais brasileiros e agricultores desenhados como se fossem bandidos mexicanos, com um bigode espesso e barriga proeminente.

Em seguida, na década de noventa, a estratégia mudou. Eles pararam de falar, embora eles não pararam preparar unidades de exército americanos especializados em guerra na selva. Eles escolheram, em seguida, para preparar novos ataques envio de batalhões primeiro formado por milhares de ONGs com cientistas, missionários e estudantes universitários empenhados em transformar tribos indígenas brasileiras em nações independentes, iniciativa que está em pleno andamento hoje e em breve irá resultar no reconhecimento de falsos reservas indígenas como países "libertados".

Devemos preparar-nos para uma nova fase, estimulada pela ausência de Marina Silva, um feroz rival de internacionalização da floresta. Aliado ao Brasil quinta-coluna formado por pessoas ingênuas e canalhas, eles parecem estar fazendo um retorno ao tentar afastar o governo brasileiro da questão.

Foi mera coincidência que os Estados Unidos já restabelecido Quarta Frota da Marinha dos EUA, projetado para patrulhar o Atlântico Sul, que reúne operadoras, mesmo aviões e submarinos nucleares?

Do nosso lado, apesar de fazer o nosso melhor, aparentemente pouco tem sido feito. Não muito tempo atrás de uma comissão de coronéis do Exército Nacional, liderado por dois generais, passaram meses no Vietnã, tentando obter lições sobre como um país pobre pode vencer a superpotência mais bem armada do planeta, enquanto travam uma guerra dentro da selva.

Começando com o general Andrada Serpa, e passando por ex-ministro Zenildo Lucena, a partir de generais Lessa, Santa Rosa e Claudio Figueiredo, o general Augusto Heleno eo coronel Gelio Fregapani agora, a filosofia tem sido consistente.

Nossos guerreiros se tornam guerrilheiros. Eles podem não resistir por 15 minutos um conflito convencional, com toda a parafernália eletrônica do inimigo concentrada nas cidades, mas eles serão capazes de repetir as palavras do respeitável general Giap: "Eles podem entrar, mas vai sair , apenas derrotados. "

Em suma, qualquer coisa pode acontecer em 2012 e devemos estar preparados para isso.Certamente não seguir a sugestão de uma pueril antigo Ministro do Ambiente, Carlos Minc, que queria transformar soldados em guarda-caças e guardas florestais.

Os povos da Amazônia rejeitaram, na década de setenta, colaborar com a guerrilha em Xambioá, mas desta vez em uníssono, eles vão formar o coro que pode fornecer uma base para uma ação militar nacional.

Para aqueles que pensam que estes comentários são fantasias paranóicas, é bom lembrar: por muito menos os EUA transformaram o Afeganistão eo Iraque em campo de batalha, de onde, aliás, eles estão saindo derrotado, apesar de enfrentar o deserto e não a selva, que é mil vezes mais complicada ...

Carlos Chagas é um jornalista veterano brasileiro que escreve para o Tribuna da Imprensa.

Traduzido do Português por Arlindo Silva.


Exército americano cada vez mais perto do Brasil, já chegaram por terra e estão vindo por mar.


Nota: Pergunto inocentemente às pessoas: porque os americanos querem tanto proteger os índios ? A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animal e vegetal, da abundância de água, são extremamente ricas em ouro - encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO..
Em tempo, ao que parece também existe ainda uma exploração de manganês desde a década de 80 com contratos expirados em 1994.

Deem uma passada aqui:


Abração

2 comentários:

LUCARLORO disse...

pela amor de Deus, nao usa o google tradutor nao... me manda um e-mail com o texto q traduzo pode ser??

godrow disse...

A questao e' complicadissima Celio, eu vivi na Amazonia na decada de 80 e 90 e conheco muita falcatrua por la. Trabalhei para uma empresa que na epoca era americana,haviam areas restritas onde so americanos podiam entrar, aquilo e' terra de ninguem. O governo brasileiro esta atolado ate o pescoco com esses criminosos que devastam tudo por la. Sendo assim, eu pergunto: quem nao cuida de sua casa sabe que a qualquer hora o ladrao entra e toma conta. Infelizmente o brasileiro ainda perde muito tempo com samba, futebol e bunda. Ai quer reclamar de que?

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