24/04/2012

Coreia do Norte prepara novo teste nuclear, diz fonte chinesa


A Coreia do Norte está próxima de completar os preparativos para um terceiro teste nuclear, que deve ser realizado em breve, de acordo com uma fonte chinesa próxima do governo Pyongyang. As informações foram divulgadas pelaAgência Reuters, nesta terça-feira.
A mesma fonte, segundo a agência, antecipou o primeiro teste nuclear feito pela Coreia do Norte, em 2006, alguns dias antes da realização.
Recentemente, o Ministério de Relações Exteriores do país asiático disse que o acordo firmado com os EUA em fevereiro para suspender testes nucleares e permitir a entrada de inspetores da ONU no país "não está mais valendo".
Além do teste de 2006, que gerou sanções internacionais, o governo norte-coreano também desafiou a comunidade internacional em 2009, quando lançou mísseis e ameaçou as nações vizinhas.
As relações do governo de Pyongyang com a vizinha Coreia do Sul vivem período de alta tensão. Na última segunda-feira, o exército norte-coreano divulgou comunicado em que prometeu "ações especiais" que "reduzirão a cinza em menos de quatro minutos o governo conservador da Coreia do Sul e seus meios de comunicação".

07/04/2012

Tensão: Japão mobiliza destróieres antes de lançamento norte-coreano


Três destróieres japoneses zarparam neste sábado de diferentes bases japonesas rumo a Okinawa. Foto: AP
Três destróieres japoneses zarparam neste sábado de diferentes bases japonesas rumo a OkinawaFoto: AP

Três destróieres japoneses zarparam neste sábado de diferentes bases japonesas rumo a Okinawa (sul), onde permanecerão em alerta perante o lançamento, na próxima semana, de um satélite norte-coreano que sobrevoará a região. Um destróier um americano também seguiu os japoneses.
As quatro embarcações são equipadas com sistemas de intercepção de mísseis Aegis. O desdobramento ocorre pelo fato de a Coreia do Norte ter anunciado que planeja lançar o satélite Kwangmyongsong 3 mediante um projétil de longo alcance entre os dias 12 e 16 de abril, e depois de o Ministério da Defesa japonês ter ordenado às Forças Armadas do país que o destruam se ameaçar cair sobre seu território.
As Forças de Autodefesa também instalaram mísseis terra-ar Patriot Advanced Capability-3 nas ilhas de Miyako e Ishigaki, que devem ser sobrevoadas pelo foguete, e nas localidades de Naha e Nanjo, na ilha principal de Okinawa, além de terem transferido cerca de 800 soldados a estes quatro pontos.
O Japão também desdobrou o mesmo sistema de mísseis terra-ar nas bases de Ichigaya, Narashino e Asaka, na área de Tóquio. O Executivo japonês acredita que a possibilidade de fragmentos do foguete caírem sobre o arquipélago é pequena, mas mesmo assim decidiu manter-se em alerta nas datas previstas para o lançamento.
O Japão e outros países, como Estados Unidos e Coreia do Sul, condenaram os planos de Pyongyang por considerar que na realidade encobrem o teste de um míssil balístico, o que suporia a violação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.
Por outro lado, a Coreia do Norte diz que o lançamento tem fins científicos, e por isso convidou analistas e jornalistas estrangeiros a presenciarem o teste para que verifiquem sua natureza pacífica.

03/04/2012

Mais da metade dos londrinos pretende deixar a cidade durante os Jogos Olímpicos.


Cerca de 4 milhões londrinos, o que é mais de metade da população da cidade planejam, deixar a capital durante o tempo da conclusão dos Jogos Olímpicos de 2012, de acordo com uma investigação das empresas de turismo no Reino Unido.
As causas deste "êxodo" são distintas de evitar as multidões, atraídos pelo evento principal esportivo do ano para a animosidade para com esportes em geral. Segundo o representante de uma das agências que encomendou a pesquisa,  "querem ficar longe destes e outros problemas relacionados com os Jogos como possível, mesmo indo para o Vietnã."
Os autores do estudo dizem que a atitude dos britânicos para Jogos Olimpicos. foi influenciada, entre outros aspectos, a informação de que as forças de segurança estão desenvolvendo vários planos para lidar com quase 150 ameaças que podem representar um perigo para o evento. Quase um terço deles são potenciais ataques terroristas.Outros riscos incluem ataques cibernéticos, danos, acidentes vasculares cerebrais energia e alterações graves no trabalho de transporte, surtos de doenças infecciosas, etc. 
Especialistas esperam que a chegada na capital britânica mais de 5 milhões de visitantes estrangeiros, segundo eles, "irá aumentar significativamente o risco de uma epidemia de gripe."
http://laverdad-esta-oculta.blogspot.com.br

30/03/2012

Dados de 10 milhões de cartões de crédito Visa e Mastercard são roubados nos EUA


Ambas as operadoras estão alertando bancos, e disseram estar investigando o assunto; empresas afirmam que suas redes não foram invadidas.

Crackers podem ter obtido mais de 10 milhões de números de cartão de crédito após a violação da rede de uma empresa que processa pagamentos nos EUA. A informação foi divulgada hoje pelo blog especializado em segurança de Brian Krebs.
O nome da empresa processadora de pagamentos não foi divulgado, mas, segundo Krebs, Visa e MasterCard começaram a alertar bancos em todo o país. A invasão teria acontecido entre 21 de janeiro e 25 de fevereiro.
A MasterCard confirmou estar investigando o assunto.
De acordo com a empresa, "estamos investigando um potencial comprometimento dos dados de uma empresa norte-americana e, como resultado, temos alertado sobre certas contas MasterCard que estão potencialmente em risco". Segundo a companhia, "é importante ressaltar que os sistemas próprios da MasterCard não foram comprometidos."
A Visa também divulgou comunicado em que afirma estar ciente do roubo de dados, que chamou de "incidente afetando uma empresa terceirizada, que envolve todas as grandes marcas de cartão de crédito". Segundo a Visa, os sistemas próprios não foram invadidos, incluindo os da VisaNet, que faz os processamentos.

27/03/2012

Pesquisador diz ter encontrado chip extraterrestre no crânio de Napoleão

Em um caricaturesco caso, mas nem por isso descartável, no qual misturam ficção científica com a análise histórica, um pesquisador francês propõe que Napoleão Bonaparte, o insistente e hábil imperador francês, pode ter sido abduzido por extraterrestres. O Dr. Andre Dubois e sua equipe de pesquisadores descobriram um dispositivo, que rompe completamente com o contexto histórico, aderido ao crânio do célebre imperador: um microchip de tecnologia super avançada. 

- "Os possíveis envolvimentos desta descoberta são desproporcionais para serem compreendidas", declarou Dubois depois de compartilhar sua descoberta no Diário de Medicina da França.

Tudo começou quando Dubois e sua equipe solicitaram ao governo francês a possibilidade de exumar e analisar os restos ósseos de Napoleão, ao qual o governo francês aceitou em troca de 140 mil dólares. O objetivo da pesquisa era descobrir se Bonaparte tinha sofrido algum tipo de desordem pituitáriadeterminasse sua baixa estatura.

Mas para além de sua discreta missão, o que Dubois clama ter encontrado ultrapassa os limites do crível:

- "Ao examinar o interior do crânio minha mão entrou em contato com uma pequena protuberância. Depois de observar com uma lupa me surpreendi ao comprovar que o objeto correspondia a um microchip super avançado".

A partir do achado, seja "real" ou uma sofisticada alucinação, Dubois começou a pesquisar a profundidade da vida de Napoleão e detectou o período no qual pode ter sido sequestrado por extraterrestres:

- "Napoleão desapareceu durante um período de vários dias em julho de 1794, quando tinha 25 anos. Depois explicou que foi aprisionado na revolta Termidoriana, mas não existe nenhum registro que confirme sua explicação. Eu acho que foi nestes dias quando aconteceu a abdução".


Posteriormente, e seguindo as extravagantes conjecturas de Dubois, poderíamos pensar que este provável episódio na vida de Napoleão eventualmente o guiaria, auspiciado por tecnologias e informação insólitas nesses tempos, a se converter em um dos mais poderosos imperadores de seu tempo. 
E conquanto existam altas probabilidades de que esta história seja uma grande patacoada de um cientista muito ocioso, também existem dois pontos importantes a considerar: 
nada é tão extravagante para ser descartado ipso facto. Se assim procedêssemos, seguramente a ciência estaria secularmente atrasada e, por outro lado, a dourada interrogação: tudo o que conhecemos não é praticamente uma alucinação catalogada como realidade ao ser introduzida a uma matriz de convenções psicossociais? 

Fonte: Examiner e Metamorfose Digitalhttp://planetinforma.blogspot.com.br

25/03/2012

Fidel Castro: Os caminhos que conduzem ao desastre



Esta Reflexão poderá ser escrita hoje, amanhã ou qualquer outro dia sem risco de equívoco. Nossa espécie se defronta com problemas novos.

Quando expressei há 20 anos, na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro, que uma espécie estava em perigo de extinção, tinha menos razões do que hoje para advertir sobre um perigo que via talvez à distância de 100 anos.

Então uns poucos líderes dos países mais poderosos dirigiam o mundo. Aplaudiram por mera cortesia minhas palavras e continuaram placidamente cavando a sepultura de nossa espécie.

Parecia que em nosso planeta reinava o senso comum e a ordem. Há tempos que o desenvolvimento econômico apoiado pela tecnologia e a ciência parecia ser o Alfa e o Ômega da sociedade humana.

Agora tudo está muito mais claro. Verdades profundas foram abrindo caminho. Quase 200 Estados, supostamente independentes, constituem a organização política à qual teoricamente corresponde a tarefa de reger os destinos do mundo.

Cerca de 25 mil armas nucleares em mãos de forças aliadas ou antagônicas dispostas a defender a ordem em mutação, por interesse ou por necessidade, reduzem virtualmente a zero os direitos de bilhões de pessoas.

Não cometerei a ingenuidade de atribuir à Rússia ou à China a responsabilidade pelo desenvolvimento desse tipo de armas, depois da monstruosa matança de Hiroshima e Nagasaki, ordenada por Truman, após a morte de Roosevelt.

Tampouco cairia no erro de negar o holocausto que significou a morte de milhões de crianças e adultos, homens e mulheres, principalmente judeus, ciganos, russos e de outras nacionalidades, que foram vítimas do nazismo. Por isso, repugna a política infame dos que negam ao povo palestino seu direito a existir.

Alguém pensa por acaso que os Estados Unidos serão capazes de atuar com a independência que o preserve do desastre inevitável que os espera?

Em poucas semanas os US$ 40 milhões que o presidente Obama prometeu arrecadar para sua campanha eleitoral só servirão para demonstrar que a moeda de seu país está muito desvalorizada e que os Estados Unidos, con sua insólita e crescente dívida pública que se aproxima dos US$ 20 trilhões, vive do dinheiro que imprime e não do que produz. O resto do mundo paga o que eles dilapidam.

Ninguém crê tampouco que o candidato democrata seja melhor ou pior que seus adversários republicanos: chame-se Mitt Romney ou Rick Santorum. Anos-luz separam os três de personagens tão relevantes como Abraham Lincoln ou Martin Luther King. É realmente inusitado observar uma nação tão poderosa tecnologicamente e um governo ao mesmo tempo tão órfão de ideias e valores morais.

O Irã não possui armas nucleares. Acusa-se o país de produzir urânio enriquecido que serve como combustível energético ou componente de uso médico. Queira-se ou não, sua posse ou produção não é equivalente à produção de armas nucleares. Dezenas de países utilizam o urânio enriquecido como fonte de energia, mas este não pode ser empregado na confecção de uma arma nuclear sem um processo prévio e complexo de purificação.

Contudo, Israel, que com a ajuda e a cooperação dos Estados Unidos fabricou o armamento nuclear sem informar nem prestar contas a ninguém, até hoje sem reconhecer a posse destas armas, dispõe de centenas delas. Para impedir o desenvolvimento das pesquisas em países árabes vizinhos, atacou e destruiu os reatores do Iraque e da Síria. E declarou o propósito de atacar e destruir os centros de produção de combustível nuclear do Irã.

Em torno desse crucial tema tem girado a política internacional nessa complexa e perigosa região do mundo, onde se produz e fornece a maior parte do combustível que move a economia mundial.

A eliminação seletiva dos cientistas mais eminentes do Irã, por parte de Israel e de seus aliados da Otan, se converteu em uma prática que estimula os ódios e os sentimentos de vingança.

O governo de Israel declarou abertamente seu propósito de atacar a usina produtora de urânio enriquecido no Irã, e o governo dos Estados Unidos investiu centenas de milhões de dólares na fabricação de uma bomba com esse propósito.

Em 16 de março de 2012 Michel Chossudovsky e Finian Cunningham publicaram um artigo revelando que “um importante general da Força Aérea dos EUA descreveu a maior bomba convencional – a antibunkers de 13,6 toneladas – como ‘grandiosa’ para um ataque militar contra o Irã”.

“Um comentário tão loquaz sobre um artefato assassino em massa teve lugar na mesma semana na qual o presidente Barack Obama se apresentou para advertir contra a ‘fala leviana’ sobre uma guerra no Golfo Pérsico.”

“…Herbert Carlisle, vice-chefe do Estado Maior para operações da Força Aérea dos EUA. [...] agregou que provavelmente a bomba seria utilizada em qualquer ataque contra o Irã ordenado por Washington.”

“O MOP, ao qual também se referem como ‘a mãe de todas as bombas’, está projetado para perfurar através de 60 metros de concreto antes de detonar sua bomba. Acredita-se que é a maior arma convencional, não nuclear, no arsenal estadunidense.”

“O Pentágono planifica um processo de ampla destruição da infraestrutura do Irã e massivas vítimas civis mediante o uso combinado de bombas nucleares táticas e monstruosas bombas convencionais com nuvens em forma de cogumelo, incluídas a MOAB e a maior GBU-57A/B ou Massive Ordenance Penetrator (MOP), que excede a MOAB em capacidade de destruição.”

“A MOP é descrita como ‘uma poderosa nova bomba que aponta diretamente para as instalações nucleares subterrâneas do Irã e Coreia do Norte. A imensa bomba – maior do que que 11 pessoas colocadas ombro a ombro, ou mais de 6 metros desde a base até a ponta.”

Peço ao leitor que me desculpe por esta complicada linguagem do jargão militar.

Como se pode verificar, tais cálculos partem do pressuposto de que os combatentes iranianos, que totalizam milhões de homens e mulheres conhecidos por seu fervor religioso e suas tradições de luta, se renderão sem disparar um só tiro.

Em dias recentes os iranianos viram como os soldados dos Estados Unidos que ocupam o Afeganistão, em apenas três semanas, urinaram sobre os cadáveres de afegãos assassinados, queimaram os livros do Corão e assassinaram mais de 15 cidadãos indefesos.

Imaginemos as forças dos Estados Unidos lançando monstruosas bombas sobre instituições industriais capazes de penetrar 60 metros de concreto. Jamais semelhante aventura tinha sido concebida.

Não é preciso uma palavra mais para compreender a gravidade de semelhante política. Por esse caminho nossa espécie será conduzida inexoravelmente para o desastre. Se não aprendemos a compreender, não aprenderemos jamais a sobreviver.

De minha parte, não abrigo a menor dúvida de que os Estados Unidos estão a ponto de cometer e conduzir o mundo ao maior erro de sua história.

Fidel Castro Ruz
21 de março de 2012, 19h35

23/03/2012

Lançamento de míssil norte-coreano leva Japão a preparar sistema de defesa


O ministro da Defesa do Japão, Naoki Tanaka, anunciou ter ordenado que sistemas de defesa antimísseis sejam preparados em resposta ao planejado lançamento de um míssil norte-coreano de longo alcance, no próximo mês.
O sistema de defesa deverá ser instalado no entorno da ilha de Okinawa para derrubar o míssil norte-coreano se ele ameaçar o território japonês.
A Coreia do Norte diz que seu míssil colocará um satélite em órbita, mas os Estados Unidos e seus aliados acreditam que o lançamento é um pretexto para um teste de mísseis de longo alcance.
O governo norte-coreano havia concordado com a suspensão dos testes com mísseis em troca de ajuda americana com alimentos.

Como jogador Muamba sobreviveu após ficar ‘morto’ por 78 minutos?

Quanto mais detalhes surgem da história de Fabrice Muamba, mais impressionante ela se torna.
A recuperação do jogador de futebol do Bolton que desmaiou em campo no último sábado durante jogo do Campeonato Inglês está sendo rotulada de "milagrosa".
Uma das explicações é de que o coração de Muamba não tenha parado completamente de funcionar

O atleta de 23 anos teve uma parada cardíaca às 18h13 e seu coração voltou a funcionar novamente apenas às 19h31. Segundo o médico de seu clube, ele esteve "morto" por 78 minutos. Mas como isso é possível?

Os detalhes completos ainda não são conhecidos, mas a explicação mais provável e sugerida por envolvidos em sua recuperação é a de que, mesmo enquanto seu coração parou de funcionar, ele reteve algum tipo de vida.

O ataque cardíaco que ele sofreu fez com que seu coração não se contraísse e impulsionasse o sangue pelo corpo. No entanto, mesmo quando isso acontece, alguma atividade elétrica pode ainda estar ocorrendo no coração.
O socorro ao jogador foi prestado quase imediatamente

Se é esse o caso, uma das seguintes situações pode estar acontecendo:
o coração pode desenvolver um ritmo anormal, conhecido por fibrilação ventricular, em que ele treme como uma gelatina; 
ou ele pode desenvolver uma taquicardia ventricular, quando ele fica fora de controle; outra explicação é ele ter desenvolvido uma atividade elétrica mínima em que há um ritmo organizado, mas não contrações cardíacas.

Reanimação

Em alguns casos, podem ocorrer uma alternância entre os três estados. O importante é que a reanimação cardiopulmonar (RCP) comece o quanto antes.

O procedimento bombeia artificialmente o sangue pelo corpo, dando um tempo maior para que os médicos encontrem uma maneira de fazer o coração voltar a funcionar. Cada minuto de atraso para o início da RCP reduz as chances de sobrevivência em 10%.
Médico do Bolton descreveu a recuperação de Fabrice Muamba como "milagrosa"
Neste aspecto, o jogador teve sorte. No estádio de White Hart Lane, havia uma equipe completa de médicos equipados.

Havia ainda um cardiologista na arquibancada, que se juntou rapidamente aos que prestavam socorro ao jogador.

Vida em jogo

Mas apenas a RCP não basta, já que o procedimento só dá à vítima de uma parada cardíaca uma chance de 5% de sobrevivência.

Muamba recebeu também oxigênio e choques de um desfibrilador para fazer o coração voltar a trabalhar. Ele foi rapidamente levado de ambulância a um hospital, recebendo outros choques antes que seu coração funcionasse novamente.

Mas estaria ele mesmo morto? "Diria que sua vida estava em jogo", afirma Cathy Rossa, da ONG britânica British Heart Fundation.

"Você pode ter um ataque cardíaco e não existir atividade elétrica. Mas quando isso acontece, é muito difícil ressuscitar alguém", diz Rossa.

"Os que prestavam ajuda a ele deviam estar tendo algum tipo de resposta, porque de outra forma você não prossegue fazendo RCP por tanto tempo", acrescenta. "Mas, quando há alguma coisa, você continua. Setenta e oito minutos é muito tempo, embora não seja inédito."

14/03/2012

EUA dispõem-se a iniciar guerra contra Irã até ao fim do ano corrente


© Colagem: "Voz da Rússia"
A incursão a cargo dos EUA e Israel poderá ocorrer até o fim do ano em curso, indica o periódico russo Kommersant, alegando um alto responsável do MNE da Rússia.    
A intervenção terá lugar até o final do ano, visto que Israel está, de facto, a fazer chantagem a Obama, colocando-o perante um dilema – ora apoiar a guerra, ora renunciar-se ao apoio prestado pelo lobby judaico influente, constata o jornal, citando a mesma fonte diplomática. Segundo adianta, nas recentes conversações entre a Secretária de Estado, Hillary Clinton, e o chefe da Diplomacia russa, Serguei Lavrov, a parte americana pediu para informar as autoridades iranianas que as negociações do Irã  com o sexteto de mediadores, marcadas para abril, seriam a última chance de evitar o início da guerra.           
Por outro lado, Moscou terá tido um plano de ação em caso de um ataque ao Irã, confirmou o Kommersant, referindo-se às asseverações do alto diplomata entrevistado que tinha participado na elaboração do plano.  


Carro carregado com explosivos detonou em base dos EUA em Afeganistão


Foto: EPA
Na quarta-feira na pista de pouso e decolagem da base americana no Afeganistão detonou um carro carregado com explosivos, informa o canal televisivo britânico Sky News. Segundo as informações fornecidas por ele, a explosão decorreu antes da chegada à base do ministro da Defesa dos EUA, Leon Panetta, que está no Afeganistão com uma visita oficial.

Conforme os dados preliminares, ao volante do carro encontrava-se um terrorista kamikaze. Como destaca o Sky News, depois do atentado terrorista o chefe do Pentágono renunciou à visita da base militar e chegou a Cabul.



http://portuguese.ruvr.ru 

11/03/2012

Enquanto Harry é assediado no Brasil, William é alvo de protestos na Argentina



Chegada de príncipe William às Malvinas provocou protestos em Buenos Aires em fevereiro"Fora, William", escreveram nos muros do centro da cidade. Com bandeiras e cartazes, em frente à embaixada, eles também repudiaram a presença do príncipe ao arquipélago no Atlântico Sul.

Piloto da Royal Air Force, William chegou às Ilhas em meio à crescente tensão entre a Argentina e o Reino Unido e a poucos dias do dois de abril, data que marca os 30 anos da invasão de tropas argentinas no arquipélago, em 1982. A guerra terminou com a derrota argentina pouco mais de dois meses depois, em junho daquele mesmo ano.

O pedido de recuperação da soberania das Ilhas é uma das principais bandeiras do chamado Kirchnerismo, movimento político que foi liderado pelo ex-presidente Nestor Kirchner (2003-2007), morto em 2010. O pedido é mantido por sua viúva e sucessora, a presidente Cristina Kirchner.

"Nós insistimos, através das Nações Unidas, pela abertura do diálogo com a Grã Bretanha para discutirmos a soberania das Ilhas Malvinas", disse Cristina em diferentes discursos este ano.
'Uniforme de conquistador'

A presidente acusou os britânicos de "militarização" do Atlântico Sul e também criticou a presença de William, vestido de militar, no arquipélago.

"Estão militarizando a região. Não podemos tolerar o envio de um imenso (navio) 'destruidor' (HMS Dauntless) acompanhado do príncipe (William), a quem esperávamos ver com outra roupa (civil), que não a militar", disse a presidente.

Pouco antes da chegada de William às Ilhas, no fim de janeiro, o Ministério das Relações Exteriores da Argentina divulgou uma nota na mesma linha crítica.

"O povo argentino lamenta que o herdeiro real chegue ao solo pátrio com o uniforme de conquistador e não com a sabedoria do estadista que trabalha a serviço da paz e do diálogo entre as Nações", dizia o texto oficial.

Autoridades britânicas afirmaram que a presença e treinamento de William nas Ilhas são de "rotina".

A presidente tem acusado a Grã Bretanha de "colonialismo" – expressão que também foi usada pelo primeiro-ministro britânico, David Cameron, ao se referir à Argentina na questão Malvinas. A disputa pelas Ilhas levou os países do Mercosul a assinarem, no fim do ano passado, uma declaração de apoio à Argentina, impedindo que barcos com bandeira das Falklands possam ancorar nos portos do bloco fundador do Mercosul e também do Chile.

A defesa da soberania das ilhas é um assunto que, segundo diferentes especialistas, faz parte da "identidade" argentina e une governistas e opositores.

Argentinos acusam britânicos de militarizar o Atlântico Sul com o envio do príncipe

Neste sentido, a presidente convidou parlamentares da oposição para uma reunião, no dia 14 de junho, no Comitê de Descolonização das Nações Unidas, onde a Argentina insistirá na reabertura do diálogo com os britânicos. Especialistas argentinos recordam que a ONU sugeriu negociações entre os dois países em 1965. O Reino Unido, no entanto, nunca aceitou negociar e em 1982 ocorreu a guerra que mudou o panorama das relações bilaterais.
Cruzeiros e brigas

Nos últimos dias, dois cruzeiros com bandeira britânica foram impedidos de ancorar na cidade de Ushuaia, na província de Terra do Fogo, na Patagônia. Nesta sexta-feira, em Comodoro Rivadavia, na província de Chubut, também na Patagônia, ex-combatentes da guerra das Malvinas e moradores tentaram impedir que estivadores levassem carga de cimento para um navio cargueiro também de bandeira britânica.

Segundo a imprensa local, a polícia foi chamada para apartar a briga entre os manifestantes e os trabalhadores que teriam conseguido continuar os trabalhos após o incidente.

O ex-presidente Kirchner era da Patagônia, região que está no caminho para as Malvinas e onde costumam dizer que o "sentimento malvinense" – de que as Ilhas são argentinas – seria "ainda mais forte", segundo políticos locais.

Nesta clima de animosidade, foi designado na sexta-feira o novo embaixador britânico na Argentina, John Freeman. Poucos dias antes, o governo argentino tinha designado embaixadora para sua embaixada em Londres após cerca de quatro anos com o posto vazio.

Imprensa argentina destacou que Harry foi alvo de alguns protestos também no Rio

Segundo a imprensa local, Freeman é especialista em temas de não proliferação de armas nucleares, terrorismo e luta contra o tráfico de drogas e teria dito, através de um comunicado, que quer "contribuir para o desenvolvimento de uma relação de mutuo beneficio para o Reino Unido e a Argentina".
Harry

Neste sábado, uma das principais emissoras de televisão da Argentina, C5N, destacou entre suas manchetes: "Protesto contra príncipe Harry no Rio de Janeiro".

Na mesma linha, três dos principias sites de notícias do país também informaram que o irmão de William não teria sido bem recebido no Brasil.

"Manifestantes brasileiros protestaram contra a visita do príncipe Harry ao Rio de Janeiro em solidariedade com a Argentina e seu pedido de soberania das Ilhas Malvinas", publicou o site Infobae.

Os manifestantes se concentraram no Aterro do Flamengo, publicou o Infobae. Em seu site, o jornal Página 12, de Buenos Aires, publicou: "Durante corrida para promover os Jogos Oimpicos de Londres, o filho de Charles e Diana foi surpreendido por um grupo de manifestantes que erguia cartazes dizendo: 'The Malvinas are Argentinian' ('As Malvinas são argentinas')."

O site do jornal Âmbito Financiero informou: "Mau momento para Harry no Rio. Ele foi vaiado por causa das Malvinas e o músico Morrisey o criticou em público."

Marcia Carmo
De Buenos Aires para a BBC Brasil

07/03/2012

Tempestade solar que chega nesta quinta pode ameaçar rede elétrica


Segundo astrônomos, fenômeno é o maior a atingir a Terra nos últimos cinco anos e também pode prejudicar sistemas de GPS

Foto: NasaAmpliar
Imagem da Nasa mostra a erupção solar mais forte dos últimos cinco anos
A maior erupção solar dos últimos cinco anos está chegando à Terra, e deve envolver o planeta em uma onda de partículas que pode causar problemas às redes elétricas, sistemas de GPS e voos de avião.
Ela começou no Sol na terça-feira (6) à noite, e seus efeitos vão chegar entre as 23h de quarta-feira e 3h de quinta (horário de Brasília), de acordo com técnicos do Centro de Meteorologia Espacial, nos Estados Unidos. Eles afirmam que a explosão está aumentando de tamanho conforme ela se afasta do corpo celeste.
“Vai nos atingir bem no nariz”, disse Joe Kunches, cientista da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (na sigla em inglês, NOAA). Ela deve durar até sexta-feira (9) de manhã, mas a região solar de onde a tempestade veio ainda pode mandar novas cargas explosivas. Segundo Kunches, outro grupo de manchas solares ativas está pronto para explodir na nossa direção logo após esta tempestade.
Mas por enquanto, os cientistas estão esperando ver o que acontecerá na quinta-feira, quando as partículas elétricas chegarão à Terra numa velocidade de 6,4 milhões de quilômetros por hora.
A tempestade chega logo após uma erupção mais fraca, que aconteceu no domingo, e chegará um pouco mais cedo do que o previsto.
Dependendo de sua força, as emissões magnéticas da tempestade têm o potencial de afetar a rede elétrica, especialmente de países perto dos polos. Em 1989, uma erupção mais forte derrubou o sistema elétrico de Quebec, no Canadá, deixando seis milhões de pessoas sem luz. As empresas de energia já foram alertadas.
Tempestades solares também podem alterar a precisão dos GPS (sigla em inglês para Sistemas de Posicionamento Global), que podem prejudicar perfurações de precisão (como em plataformas de petróleo), por exemplo. Também podem acontecer interrupções no serviço. 
Também podem acontecer problemas em sistemas de satélites e comunicações, e aumentar a radiação nos polos sul e norte, o que causaria alterações de rotas aéreas. Algumas companhias aéreas já se adiantaram e reprogramaram seus voos, de acordo com Kunches.
Há um lado bom: no hemisfério norte, há chances de auroras boreais mais fortes em latitudes mais baixas, como na região dos Grandes Lagos (Estados Unidos), bem como na fronteira do país com o Canadá.

06/03/2012

Nos EUA, Netanyahu admite possibilidade de ataque contra o Irã


Premiê israelense diz que decisão de ataque não depende dos EUA. Foto: AP
Premiê israelense diz que decisão de ataque não depende dos EUA
Foto: AP
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira diante do principal grupo de pressão judeu nos Estados Unidos que "nunca" porá em risco a segurança israelense. Horas antes, o presidente americano, Barack Obama, dissera que Israel deve ser "dono de seu destino" com relação ao Irã.

"Como primeiro-ministro, nunca porei em risco a segurança do Estado de Israel", disse Netanyahu, durante um discurso de quase meia hora, ao ser recebido com uma prolongada ovação na gala anual do Comitê de Ação Pública Americano Israelense (Aipac).

O primeiro-ministro israelense se queixou que "incrivelmente" muitos na comunidade internacional não reconhecem que o Irã está tentando produzir armas nucleares, além de construir instalações para enriquecimento de urânio. Além disso, assinalou que o presidente Obama, com quem se reuniu no Salão Oval da Casa Branca, reiterou seu compromisso de impedir que o Irã obtenha essas armas.

Netanyahu acrescentou que o Irã é responsável pela morte de centenas ou até milhares de americanos, e advertiu que, se o Irã age assim sem armas nucleares, seria ainda pior se as obtivesse.

"Nenhum de nós pode esperar mais tempo. Nunca permitirei que minha gente viva à sombra da aniquilação", enfatizou o premiê israelense, que antes comunicara a Obama que "sempre devemos ser os donos do nosso destino".

Netanyahu e Obama se reuniram de forma privada no Salão Oval durante cerca de três horas para discutir, quase exclusivamente, a crescente ameaça do programa nuclear iraniano. Obama disse que tanto ele como o primeiro-ministro israelense preferem resolver o assunto pela via diplomática porque sabem "dos custos de qualquer ação militar".

Netanyahu, por sua vez, disse que Israel tomará uma decisão sobre lançar ou não um ataque militar preventivo contra o Irã, com ou sem os Estados Unidos.

No entanto, ao governo de Obama não interessa uma medida que poderia suscitar outra guerra no Oriente Médio, em pleno ano eleitoral e quando os EUA acabam de dar por terminada a Guerra do Iraque e buscam pôr fim à do Afeganistão em dois anos e meio.

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