29/02/2012

Londres pede explicações sobre bloqueio de cruzeiros na Argentina


Imagem meramente ilustrativa.
O governo britânico convocou nesta quarta-feira o encarregado de negócios argentino, Osvaldo Marsico, ao Foreign Office, o que supõe mais um passo na escalada da tensão entre o Reino Unido e a Argentina pela disputa das ilhas Malvinas.
Londres pedirá a Marsico uma explicação sobre o caso de dois cruzeiros britânicos que tiveram o acesso negado ao porto de Ushuaia (sul da Argentina), afirmou nesta quarta-feira um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido.
Segundo o porta-voz britânico, Marsico foi convocado nesta mesma tarde para que explique a decisão argentina de impedir no sábado a entrada ao porto de Ushuaia de dois cruzeiros de turismo britânicos procedentes das Malvinas. O governo do Reino Unido também tratará esta situação com outros países da América Latina, acrescentou a fonte.
Importação desencorajada
Além do incidente com os cruzeiros, o Executivo britânico manifestará ao representante diplomático argentino sua preocupação pela decisão de Buenos Aires de incitar empresas argentinas e multinacionais a não importar produtos do Reino Unido.
A tensão foi agravada no ano passado depois que os países do Mercosul (Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil) acordaram em reunião impedir o ingresso a seus portos de navios com bandeira das ilhas do Atlântico Sul.
Horas antes, um porta-voz do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, tinha considerado "contraproducente" a medida adotada pelo governo de Cristina Kirchner de propor a 20 empresas que importam produtos do Reino Unido que os substituam por outros de procedência diferente.
Segundo fontes da agência argentina Télam, o pedido foi formulado pela titular de Indústria, Débora Giorgi, pois a Argentina quer estabelecer políticas que privilegiem os vínculos comerciais com as nações que respeitam a integridade territorial e suas reivindicações soberanas.
Política de confronto
O porta-voz de Cameron afirmou que "é muito triste que a Argentina continue com sua política de confronto, ao invés de cooperação", e opinou que essa postura é "uma má interpretação da determinação britânica sobre o assunto". "O Reino Unido - disse - é também um investidor na Argentina e nós importamos produtos da Argentina. Não joga a favor dos interesses econômicos da Argentina estabelecer barreiras desse tipo".
A decisão argentina coincide com um aumento da tensão entre os dois países pela presença do príncipe William, segundo na linha de sucessão ao trono britânico, nas ilhas e o envio de uma embarcação de guerra do Reino Unido ao Atlântico Sul. Esta tensão acontece nas vésperas do 30º aniversário da guerra que os países enfrentaram pela soberania das ilhas, que causou cerca de 900 mortos.
Em meados de fevereiro, a Argentina transferiu à Organização das Nações Unidas um protesto pela "militarização" do Atlântico Sul por parte do Reino Unido por causa do envio do HMS Dauntless, o destróier mais moderno da Marinha Real britânica.

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5639551-EI8140,00-Londres+pede+explicacoes+sobre+bloqueio+de+cruzeiros+na+Argentina.html

27/02/2012

Análise: Entenda como Israel poderia atacar o Irã

Possíveis ataques israelenses ao Irã

Jonathan Marcus
Da BBC News

Clique na foto para ampliar.
Entre todos os desafios de segurança de Israel nas últimas décadas, a ameaça de um Irã armado nuclearmente é a principal preocupação nas mentes dos estrategistas militares do país.

Essa preocupação tem orientado todo o desenvolvimento da Força Aérea Israelense nos últimos anos.


Além disso, Israel comprou bombas de penetração especiais, desenvolveu grandes aeronaves não tripuladas e de longa duração, e muito dos treinos estão focados em missões de longo alcance.A Força Aérea Israelense comprou 125 caças F-15I e F-16I, equipados com tanques maiores de combustível – feitos sob medida para ataques de longo alcance.

Israel tem um histórico de ataques preventivos contra alvos nucleares na região. Em junho de 1981, caças israelenses bombardearam o reator de Osirak, próximo à capital Bagdá.

Mais recentemente, em setembro de 2007, aviões israelenses atacaram um local na Síria que muitos acreditavam que abrigava um reator nuclear em construção.

No entanto, um ataque contra Irã seria diferente das missões no Iraque na Síria. Naquele caso, se tratava de alvos únicos acima da superfície e que vieram de forma inesperada.

Uma tentativa israelense de prejudicar o programa nuclear iraniano teria de lidar com uma série de problemas, como alcance, alvos múltiplos e a natureza dos alvos.
Como chegar lá?

Para começar, Israel está muito distante do Irã. Alguns dos alvos estariam entre 1,5 mil e 1,8 mil km das bases israelenses. Os aviões teriam que primeiro chegar ao Irã, e depois conseguir sair.

Pelos menos três rotas são possíveis:

* Existe uma no norte, onde caças israelenses voariam norte e depois leste, ao longo das fronteiras entre Turquia e Síria, e depois Síria e Iraque.

* No centro, a rota mais provável passa pelo Iraque. Com o Exército americano fora do país, as autoridades iraquianas são muito menos capazes de monitorar o espaço aéreo, o que abriria um caminho para os israelenses.

* A terceira rota, no sul, é pelo espaço aéreo saudita. Será que os sauditas deixariam algo assim acontecer, já que eles próprios estão preocupados com o programa nuclear iraniano? Esta rota pode ser usada para o retorno dos aviões? Essas perguntas não foram respondidas ainda.

O que se sabe é que os aviões israelenses teriam que abastecer no caminho.

Douglas Barrie, do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), em Londres, acredita que reabastecimento em pleno voo será fundamental.

"Aviões israelenses precisam não só entrar e sair do espaço aéreo iraniano; eles precisam de combustível suficiente para sobrevoar com bastante tempo os alvos, e o suficiente para qualquer eventualidade que possa surgir em uma missão destas."

Acredita-se que Israel possua entre oito e dez aeronaves de reabastecimento baseadas no modelo Boeing 707.
Quais alvos atingir?

Douglas Barrie também diz que os aviões israelenses terão de achar os alvos onde bombas suas possam fazer o maior estrago possível.

"Eles estarão em busca dos principais gargalos do programa iraniano. Claramente atacar instalações de enriquecimento faz mais sentido, sob o ponto de vista militar", diz o especialista.

As instalações de enriquecimento de urânio em Natanz, ao sul de Teerã, e Fordo, perto de Qom, são as mais conhecidas, e provavelmente estariam na lista israelense.

A usina de água pesada e o reator em Arak, no oeste, e uma unidade de conversão de urânio em Isfahan também estão entre possíveis alvos preferenciais.

Não está claro se Israel tem capacidade de atingir outros alvos associados ao programa de mísseis ou de fabricação de explosivos do Irã.

Outro problema é que as instalações de enriquecimento de Natanz são subterrâneas, e a nova usina em Fordo também está praticamente dentro de uma montanha.
Alvos subterrâneos

Para um ataque do tipo, o especialista da IISS afirma que é preciso ter informação precisa, desde a geologia local até conhecimento sobre a arquitetura das usinas.

Um tipo especial de munição também é necessário. A principal arma de Israel é um arsenal americano conhecido como GBU-28. Esta arma guiada a laser de 2,2 toneladas tem capacidade especial de penetração.

"O GBU-28 é a arma de penetração mais forte disponível para aeronáutica tática, e desde que foi usada pelos Estados Unidos, em 1991, ela foi melhorada", afirma Robert Hewson, editor da revista especializada Jane's Air-Launched Weapons.

No entanto, ele ressalta que Israel não teria capacidade de carregar uma munição tão grande em seus aviões sem uma grande operação aérea, que envolvesse também as aeronaves de abastecimento.

Além disso, há dúvidas sobre o grau de eficácia do GBU-28. Para Douglas Barrie, uma bomba seria insuficiente.
Israel tem alguma alternativa militar?

Até agora só se discutiu a capacidade conhecida das Forças de Israel, mas o país possui uma indústria aeroespacial e eletrônica própria, que pode já ter produzido sistemas relevantes para um ataque ao Irã.

Barrie diz que ainda existem muitas coisas que não se sabe sobre a capacidade militar israelense.

Além disso, o próprio Irã possui sistemas russos de defesa. Entre esses sistemas estão os mísseis AS-5, para ameaças em grandes altitudes. O sistema móvel M1/AS-15 permite o lançamento de mísseis contra alvos em altitudes menores.

A Rússia tem se negado a abastecer o Irã com mísseis de maior alcance – como os S-300. Mas os iranianos dizem que conseguiram outros fornecedores para este tipo de arma.

Os sistemas iranianos podem estar um pouco antiquados, mas eles ainda são relativamente confiáveis. Um exemplo claro disso foi a forma como a Líbia conseguiu se defender de ataques da Otan, mesmo com armas antigas.


Um pequeno submarino israelense também pode desempenhar um papel em um potencial conflito. Douglas Barrie afirma que é grande a probabilidade de Israel lançar mísseis do mar, com seus submarinos alemães Dolphin.

No campo marítimo, especialistas acreditam que o Irã está completamente ultrapassado.

A maioria dos analistas concorda que um ataque israelense a alvos múltiplos tem potencial para causar fortes danos no programa iraniano.

No entanto, isso seria muito menor do que um ataque dos Estados Unidos, que possui muito mais capacidade militar do que Israel.

"Se os israelenses conseguissem fazer algo assim, seria uma demonstração impressionante do seu poderio", diz Barrie.

Segundo ele, poucos países no mundo teriam capacidade de fazer algo deste tipo.


24/02/2012

Lixo Espacial: restos de foguete Ariane caem sobre o Maranhão

Moradores da cidade de Anapurus, no Maranhão, foram surpreendidos nesta manhã de quarta-feira pela queda de um grande fragmento de um foguete francês do tipo Ariane 44-L. De acordo com os populares, a queda do objeto foi seguida de um forte estrondo.



De acordo com cálculos de decaimento orbital feitos pelo Apolo11-Satview, o fragmento que caiu em Anapurus (28 km de Chapadinha e 275km de São Luís) era o tanque de pressurização de um foguete Ariane H10, objeto com identificação internacional 24770, lançado em 1997. Segundo as testemunhas, a queda ocorreu às 06h00 pelo horário local.



Moradores das cidades próximas ao local da queda ficaram bastante assustados com o evento, que rapidamente se espalhou entre a população. Na queda, diversas árvores ficaram destruídas.




Fotos: No topo, o morador Gilberto Ramos, de Mata Roma, um dos primeiros a chegar ao local e fotografar o objeto. Na sequência, moradores examinam o objeto. Crédito: Blog Interligado, Internauta Hélio Machado Queiroz e Gilberto Ramos.

23/02/2012

Disco voador explode nos Estados Unidos


  • Moradores dizem que essas luzes no céu são OVNIs
    Moradores dizem que essas luzes no céu são OVNIs
Os moradores de Greenville, na Carolina do Sul (EUA), não têm dúvidas do que viram. Um disco voador cruzou o céu e explodiu no céu, na madrugada de segunda-feira (13).
Muitos disseram ter visto uma luz muito forte ser acompanhado por uma explosão, por volta das 2h. Outros contaram que a terra chegou a tremer.
De acordo com o a afiliada local da FOX, muita gente ligou para a redação, assustada com a explosão.
O serviço de emergência da polícia chegou a registrar mais de 30 ligações com pessoas preocupadas com a tal explosão.
Claro que em horas como essas sempre tem um cientista querendo acabar com a festa daqueles que acreditam em ETs.
Segundo especialistas, a explosão não tem nada a ver com OVNIs. Trata-se, provavelmente, de um meteoro que se rompeu em pedaços ao entrar na atmosfera terrestre.
Como, até agora, ninguém encontrou os tais pedaços do meteoro, nós, do UOL Tabloide, continuamos acreditando que algum ET que dirigia sua espaçonave bêbado, errou a curva e acabou se acidentando.

20/02/2012

O buraco do diabo ainda sem explicação



Localizado em alguma região de Ellensburg, Washington, O misterio a cerca deste buraco é ainda insoluvél. Achado em 1961 pelo pai de Red Elk,Mel Waters, que dizia que o buraco teria milhas de profundidade, Na tentativa para saber a profundidade, usou-se linhas de pesca, mas a profundidade não foi estabelecida. O começo do buraco é envolto de tijolos cerca de 4 metros abaixo. 

Além disso, no google maps é impossivél visualizar a area, pois as imagens de satelite foram cobertas com quadrados brancos. Os relatos de aparição de ovinis são ferquentes no local, aumentado assim após 1997. 

Red Elk afima que o governo tem uma base secreta na mesma região. Muitos ainda procuram a localização do buraco , mas até agora ninguem o achou novamente. 


No google maps local esta proibido a visualização:



Post feito com a colaboração de Jim Morrison - Comunidade TDC - Orkut


16/02/2012

EUA: Arma não letal já matou pelo menos 500 americanos.


Ethan Miller / Getty Images / AFP
Ethan Miller / Getty Images / AFP

A Taser, a arma não-letal para aplicação da lei que se destina a neutralizar os criminosos, sem causar grandes danos, já matou pelo menos 500 pessoas na última década. O número real de vítimas poderia ser ainda maior.
No período entre 2001 e início de 2012, os dispositivos de choque-arma Taser usadas pela aplicação da lei em toda a América já custou a vida de 500 pessoas.
A Anistia Internacional, o grupo de defesa em todo o mundo que condena as violações de tortura e de direitos humanos, entregue a notícia esta semana com um relatório divulgado quarta-feira. Nela, eles revelam que a recente morte de um homem Geórgia que morreu como resultado da explosão de uma Taser coloca a contagem de corpos trazida pelo dispositivo a 500 em apenas algumas décadas de tempo.
Apesar de ser rotulado como uma alternativa não-letal de armas de fogo, centenas de americanos morreram de explosões Taser.
Na segunda-feira desta semana, a aplicação da lei respondeu a uma chamada de uma pessoa embriaguez e desordem em Houston County, Georgia. Quando eles chegaram em um bar, o homem em questão, de 43 anos Johnnie Kamahi Warren, já estava no chão. De acordo com o local Dothan Eagle, um vice-xerife ainda implantado explosões de uma arma Taser no homem. Duas vezes. Ele morreu momentos depois e agora o policial que disparou os tiros está sendo investigada, tudo ao mesmo tempo em licença administrativa remunerada.
Warren é o número 500 na lista de Taser relacionados com vítimas, ea Anistia Internacional diz que número é demasiado elevado para justificar uma chamada wake-up esta tarde no jogo.
"Das centenas de pessoas que morreram após o uso policial de armas Taser nos Estados Unidos, dezenas e dezenas de mortes possivelmente pode ser atribuída à força desnecessária sendo usado", Susan Lee, diretora do programa Américas da Anistia Internacional, escreveu em um comunicado de imprensa. Isto é inaceitável, e as diretrizes mais rígidas para seu uso são agora imperativo. "
Durante a última década, centenas de outros, como Warren morreram direta ou como resultado de explosões de Taser. A aplicação da lei continua a usar as ferramentas, no entanto, e muitos sentem que muitas vezes isso é uma decisão que poderia ser evitado.
Em um relatório de 2008 intitulado EUA: armas de choque na aplicação da lei, foi revelado que 90 por cento dos casos de vítimas de Taser estudada envolveu uma vítima que estava desarmado. Multidões de americanos são deixados mortos por explosões Taser cada ano e em muitos casos, é revelado que eles apresentavam pouca ameaça para os responsáveis.
Uma vítima que foi executada em 2009 pela Taser tinha apenas 15 anos de idade. Outra pessoa o dobro da idade que foi vítima do mesmo ano por Tasers, mas levou 19 explosões de trigger-happy policiais para matar esse homem.
Outra vítima recente, Billy Walters III, foi baleado por Tasers em um incidente separado Geórgia. Ele estava embriagado quando policiais chegaram e, embora ele repetidamente disse a eles "eu desisto", eles agiram por disparar vários explosões no homem.
Walters foi pendurado em um parapeito durante o assalto. Ele caiu e foi mais tarde imobiliza.
"Mesmo que as mortes diretamente de choques Taser são relativamente raros, os efeitos adversos podem acontecer muito rapidamente, sem aviso, e será impossível reverter", Lee da Anistia Internacional acrescenta. "Dado esse risco, tais armas deve ser sempre usado com grande cautela, em situações onde as alternativas de menores não estão disponíveis. "
Mesmo com esse aviso e inúmeros outros, no entanto, Tasers continuar a ser uma arma de rotina utilizado pela aplicação da lei. Depois de um incidente de 2008, que deixou um menino de 17 anos, morto após um ataque Taser, um tribunal federal decidiu que a Taser International, fabricante das armas, não forneceu o aviso adequado ou instrução para o Departamento de Polícia de Charlotte responsável pela morte, e que o conhecimento adequado poderia ter evitado o acidente ocorra.
Um júri federal disse que Taser Internacional deve compensar a família do menino morto, o montante de US $ 10 milhões. O fabricante está pensando em recorrer dessa decisão.
"Estou contente que o veredicto foi a nosso favor, mas estamos definitivamente não comemorando," a mãe do morto Darryl Wayne Turner disse à Associated Press no ano passado. "Ele não pode trazer de volta a vida do meu filho. Esperamos que ele vai ajudar os outros no futuro, lidar com tasers. "
Um ano depois, no entanto, a contagem de corpos continua a subir.
A Anistia diz que entre os estados de Califórnia, Flórida e Texas, cerca de 200 pessoas foram mortas por armas Taser na última década em apenas aqueles Verdade website três states.The ... Não Tasers colocar uma figura do norte-americanas Taser mortes relacionadas com a 682 última ano.

11/02/2012

Europa diz “Não” ao Acordo Comercial Anticontrafação



O frio não desanimou os milhares de manifestantes que saíram às ruas de várias cidades europeias num protesto global contra o ACTA, o Acordo Comercial Anticontrafação.
A famosa máscara de Guy Fawkes esteve sempre presente. Foi assim na Bulgária, onde os manifestantes temem a perda de liberdade para descarregar filmes e música na Internet.
Cenário idêntico na República Checa, Aústria, Alemanha, mas também na Bulgária, onde mais de três mil pessoas acusaram o Governo de subscrever o acordo em surdina, sem consulta popular.
O documento assinado pelo Canadá, Japão, EUA e 22 Estados Membros da União Europeia, incluindo Portugal, em janeiro, pretende uniformizar as medidas contra a violação de direitos de autor e propriedade intelectual, combatendo a pirataria.
Abrange, não só a Internet, mas também a contrafação de roupa, podendo chegar até à distribuição de genéricos, se estes violarem alguma patente.
“O mau em relação ao ACTA é a aproximação completamente antidemocrática. Uma lei não pode ser aprovada de tal forma, principalmente quando afeta as nossas liberdades na Internet de forma tão significativa. Tem de parar”, denuncia Thomas Lohninger, um manifestante austríaco.
Para entrar em vigor, o Acordo tem de ser ratificado pelos parlamentos nacionais. Mas perante a revolta popular a Polónia, República Checa e a Roménia suspenderam o processo, tal como Alemanha, Estónia ou Eslováquia que nem sequer assinaram o documento.


http://pt.euronews.net/2012/02/11/europa-diz-nao-ao-acordo-comercial-anticontrafacao/

10/02/2012

Jornal italiano revela suposto complô para matar o Papa Bento XVI

'Il Fatto Quotidiano' publicou o que seria documento para o pontífice.
Porta-voz do Vaticano afirmou que reportagem é 'fora da realidade'.


O cardeal colombiano Dario Castrillón Hoyos entregou ao Papa Bento XVI um documento no qual informava sobre a existência de um complô para matar o pontífice dentro de 12 meses, afirma nesta sexta-feira (10) o jornal italiano "Il Fatto Quotidiano".

O jornal, especializado em jornalismo político e de investigação, informa que Castrillón entregou à Secretaria de Estado do Vaticano um documento para Bento XVI, escrito em alemão, no qual informava sobre o que disse o cardeal e arcebispo de Palermo, Paolo Romeo, durante algumas conversas na China em novembro.

"Vaticano, tramas e venenos. O papa morrerá dentro de 12 meses", é a manchete do jornal, que nas páginas internas publica uma parte do documento com sua tradução para o italiano.

O texto, que é considerado "estritamente confidencial", cita declarações "de uma pessoa bem informada" sobre as conversas mantidas durante uma viagem do cardeal Romeo à China em novembro.
Homem lê a edição desta sexta-feira (10) do 'Il Fatto Quottdiano' em frente à Basílica de São Pedro, no Vaticano (Foto: AFP)

"Seguro de si mesmo, como se soubesse com precisão, o cardeal Romeo anunciou que ao Santo Padre restam apenas 12 meses de vida", diz a tradução do documento.

Durante estas conversas, Romeo assegurou que Bento XVI estava também preparando sua sucessão e que tinha indicado o nome do cardeal e arcebispo de Milão, Angelo Scola.

"O cardeal Romeo se sentia seguro e não podia imaginar que estas conversas realizadas nas reuniões secretas fossem depois informadas por terceiras pessoas ao Vaticano", continua a mensagem.

Castrillón se inteirou destas conversas e decidiu escrever ao papa no dia 30 de dezembro do ano passado, e Bento XVI recebeu a mensagem alguns dias depois, acrescenta a publicação.

O porta-voz do escritório de imprensa do Vaticano, o jesuíta Federico Lombardi, questionado pelo jornal afirmou que a informação estava "tão fora da realidade e tão pouco séria que não podia ser levada em consideração".

"Parece incrível e não quero nem comentar", acrescentou Lombardi, segundo o jornal.


06/02/2012

Derrota dos EUA na ofensiva contra a Síria


060212_siria_NAES_UNIDAS_CONSELHOO Diário - Os EUA e os seus aliados europeus sofreram no sábado uma importante derrota no Conselho de Segurança da ONU com o veto da Rússia e da China a um projecto de resolução que condenava o governo sírio. O novo texto apresentado por Marrocos e a Liga Árabe (na realidade redigido em Washington) não exigia como o anterior a renúncia do presidente Bachar Al Asad, mas insistia pela necessidade urgente de «um regime democrático», responsabilizando Damasco pela onda de violência.



O representante da Rússia justificou o veto - acompanhado pela China - por considerar inaceitável qualquer ingerência internacional nos assuntos internos de um Estado soberano. Moscovo, excluindo qualquer tipo de sanções, sugere que a saída para o conflito sírio deve passar por uma transição pacífica através da negociação entre o governo e a oposição.
Numa atitude arrogante e desafiadora, o presidente Obama, minutos antes da votação cujo adiamento fora solicitado pela Rússia – exigiu a demissão imediata de Bachar al Asad e a transferência do poder para «um regime democrático».
Os governos da França, da Grã-bretanha, da Alemanha e de Israel e os grandes media do Ocidente apressaram-se a criticar com dureza o veto russo-chinês, apresentando-o, como derrota da comunidade dita internacional.
Esses protestos escondem a evidencia: o imperialismo, o sionismo e as corruptas monarquias feudais do Golfo sofreram uma derrota que contraria e terá implicações na agressiva estratégia dos EUA para a Região.
A Rússia, cujo único aliado no Médio Oriente é hoje a Síria, soube tirar conclusões da sua cumplicidade passiva na agressão à Líbia. Não podia aceitar a implantação de um governo titere em Damasco. A presença de uma frota russa na base naval de Tartus tem funcionado como elemento de dissuasão, contendo ímpetos intervencionistas norte-americanos e israelenses.
O fornecimento recente de aviões de combate russos à Síria foi aliás uma resposta à entrega de armas e dinheiro por organizações ocidentais aos bandos que combatem o governo sírio, qualificados de democráticos.
Para a credibilidade da campanha anti-síria de Washington foi também um rude golpe a publicação, nas vésperas do debate no Conselho de Segurança, do relatório de observadores internacionais que desmentia a versão dos EUA e da União Europeia sobre a repressão das manifestações e que apresentava provas da infiltração de marginais e provocadores nos motins de Damasco, Homs e Alepo.
Na semana passada, Leo Panetta, secretário da Defesa dos EUA e ex director da CIA, tinha anunciado um iminente ataque de Israel às instalações nucleares iranianas, deixando transparente que os EUA apoiariam o seu grande aliado.
Tudo indica que a principal consequência do veto russo será o forçado adiamento desse plano. Para Washington «o grande inimigo» no Médio Oriente é o Irão e o derrubamento do regime sírio deveria para o Pentágono preceder qualquer acção militar contra Teerão, projecto que continua a ser encarado com apreensão por influentes chefes militares estado-unidenses.

OS EDITORES DE ODIARIO.INFO
http://diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=24090:derrota-dos-eua-na-ofensiva-contra-a-siria&catid=93:direitos-nacionais-e-imperialismo&Itemid=106

03/02/2012

Irã diz que guerra prejudicaria EUA e chama Israel de 'câncer'


Discurso de líder supremo ocorre um dia após secretário de Defesa dos EUA declarar que Israel pode atacar Irã a partir de abril

Foto: AFP
Líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, segura arma enquanto 
discursa durante as preces de sexta-feira na Universidade de Teerã
"Às vezes eles dizem que todas as opções estão sobre a mesa, mesmo a opção de uma ação militar", disse Khamenei em discurso durante as preces de sexta-feira em Teerã transmitido pela TV estatal. "É dessa forma que nos ameaçam. Bem, essas ameaças são prejudiciais aos EUA. A própria guerra será dez vezes mais prejudicial aos EUA", afirmou no pronunciamento por ocasião do aniversário da Revolução Islâmica de 1979.
Khamenei, que alertou que qualquer ataque militar dos EUA só fortaleceria ainda mais o país persa, também advertiu que o Irã ajudará qualquer um que combata Israel. "O regime sionista é realmente o tumor cancerígeno dessa região e precisa ser removido e será removido", disse o líder supremo em meio aos gritos da multidão.
Em um raro reconhecimento da intervenção do Irã contra Israel, o líder supremo afirmou que país persa prestou assistência a grupos militantes como o libanês Hezbollah e o palestino Hamas - uma política bem conhecida, mas que os líderes iranianos raramente abordam explicitamente. "Intervimos em questões anti-Israel, e isso levou à vitória na guerra de 33 dias do Hezbollah contra Israel em 2006 e na guerra de 22 dias" entre Hamas e Israel na Faixa de Gaza, disse.
A incursão militar em larga escala de Israel contra o Hamas em 2008 e 2009 em Gaza terminou em um cessar-fogo, com Israel alegando ter infligido danos pesados contra a organização militante. A guerra no Líbano terminou com uma trégua alcançada pela ONU, que enviou militares de soldados libaneses e tropas de paz internacionais ao sul do país para evitar um novo conflito.
"De agora em diante, em qualquer lugar, se qualquer nação ou grupo confrontar o regime sionista apoiaremos e ajudaremos. Não temos nenhum medo de dizer isso", afirmou.
Khamenei também reiterou que o país continuará com seu controverso programa nuclear, que a comunidade internacional suspeita ter fins militares, afirmando que o Irã poderá fazer retaliações contra as recentes sanções petrolíferas ocidentais. O Irã diz que suas atividades nucleares têm propósitos pacíficos, como a geração de energia e a produção de isótopos médicos.

01/02/2012

Irã corta fornecimento de petróleo à UE



Parlamento iraniano.

O servilismo da UE aos diktats do governo estado-unidense manifestou-se, mais uma vez, na decisão de 23 de Janeiro de sancionar o Irã. Verifica-se que as pressões do governo Obama encontraram plena aquiescência nas instâncias comunitárias. Mas este tiro poderá sair pela culatra. A mais penalizada por tal decisão será a própria Europa e não o Irã. Não faltam compradores para o petróleo iraniano — mas os países europeus que importavam petróleo do Irã terão agora de ir buscá-lo mais longe e mais caro.

Quanto ao congelamento dos ativos do Banco Central do Irã, foi uma mera palhaçada psicológica da UE pois o BCI não tinha nem um cêntimo depositado em bancos europeus. Além disso, tal medida contribuiu para descredibilizar – ainda mais – o já debilitado sistema bancário europeu. Bem fez o Presidente Chávez quando mandou retirar todos os ativos venezuelanos depositados na banca européia.
Resistir.info


Teerã (FNA)– Membros do Parlamento iraniano concluíram um projeto de lei sobre o corte das exportações de petróleo do país para estados europeus, como retaliação pelo embargo de petróleo da UE contra Teerã, declarou sábado, 28, um deputado iraniano.

"O diploma tem quatro artigos, incluindo um que declara que a República Islâmica do Irã cortará todas as exportações de petróleo para os estados europeus até que estes cessem suas sanções petrolíferas contra o país", disse o vice-presidente da Comissão de Energia do Parlamento, Nasser Soudani.

Por outro lado, acrescentou, outro artigo exige que o governo cesse de importar mercadorias dos países envolvidos nestas sanções contra o Irã.

Após meses de debates, os estados membros da UE, na sua reunião de 23 de Janeiro, alcançaram finalmente um acordo para sancionar importações de petróleo do Irão e congelar os ativos do Banco Central do Irã dentro da UE.

A seguir à decisão, a responsável pela política externa da UE, Catherine Ashton, afirmou as sanções destinam-se a pressionar o Irã a retornar às conversações sobre o seu programa nuclear.

Contudo, apesar das afirmações de Ashton, o Irã sempre sublinhou estar preparado para retomar conversações com o Ocidente mas tem enfatizado que nunca aceitará quaisquer pré-condições para as mesmas.

O ministro iraniano do Petróleo, numa declaração segunda-feira passada, minimizou os efeitos das sanções petrolíferas unilaterais dos EUA e da UE contra Teerã, considerando que tais embargos simplesmente prejudicarão as economias européias.

"A apressada decisão de estados da UE de utilizarem o petróleo como ferramenta política terá um impacto negativo sobre a economia mundial e especialmente sobre a recuperação de economias européias que estão a combater para ultrapassar a crise financeira global", declarou o ministro. E acrescentou que apenas 18 por cento do petróleo produzido pelo Irã é exportado para países europeus.

O original encontra-se em http://english.farsnews.com/newstext.php?nn=9010172771

Esta notícia encontra-se em http://resistir.info

Agência americana dá novo alerta sobre publicação de vírus mortal


Nesta terça-feira pesquisadores do Painel Consultivo sobre Biossegurança dos Estados Unidos (NSABB, na sigla em inglês) manifestaram mais uma vez a recomendação de que os dois grupos que possuem trabalhos sobre o vírus da gripe aviária H5N1 - capaz de ser transmitido entre mamíferos e, potencialmente, entre seres humanos - não publicassem detalhes da pesquisa. As informações foram publicadas nas revistas científicas Nature e Science.
Os pesquisadores de um laboratório do centro médicouniversitário  Erasmus de Rotterdam (Holanda) que anunciaram em setembro a criação de um vírus da gripe aviária modificado e de um grupo de pesquisa situado na Universidade de Wisconsin (norte dos Estados Unidos) que conseguiu criar uma cepa do vírus capaz de gerar contágio sem o intermédio das aves são os alvos da recomendação da agência. Devido aos temores gerados pelo estudo e, consequente discussão sobre a publicação, os cientistas anunciaram a suspensão de seus trabalhos durante dois meses.
Segundo o NSABB, informações sobre os métodos e as mutações utilizadas pelos dois grupos podem ser importantes para as autoridades de saúde pública e pesquisadores que se esforçam para compreender a transmissão de vírus e de prever e prevenir a próxima pandemia. Contudo, as informações também podem, em mãos erradas, ser usadas para aprática de bioterrorismo.
No fim de dezembro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) expressou sua profunda preocupação com estas descobertas, destacando que estes anúncios "geraram inquietações sobre os possíveis riscos e pelo uso indevido associado às pesquisas"

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